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Cinco motivos para pertencer a uma Associação Comercial e Empresarial

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Por Adão Lopes

Todo empresário, sobretudo os mais novos, já se questionaram o porquê de se afiliar a uma Associação Comercial e Empresarial. Pode parecer pouco natural buscar por mais uma “conta a pagar”, através da contribuição, principalmente quando se está no começo do negócio, ou ele já funciona há muitos anos sem nunca ter tido contato com uma Associação.

Alguns empresários podem já ter uma boa fatia de mercado e achar inútil se reunir com outros empresários para tentar expandir seu market share. Muitos podem simplesmente não saber o que realmente faz uma ACE e o que ela pode fazer por eles. O caso é que ainda existe um gap de comunicação entre empresas e Associação.

De um modo geral, a ACE é uma organização que valoriza o coletivo. Através dela e de acordos feitos entre seus associados, muitos serviços e produtos são disponibilizados para uma comunidade de empreendedores de forma muito mais acessível, e de forma que há benefícios compartilhados entre essa comunidade.

Fechar acordos com ACEs ajuda tanto o fornecedor quanto os associados, pois ambos têm papéis que constantemente se invertem ao longo do tempo. Um dia você oferta algo com alguma vantagem e outro dia usufrui dessa vantagem com outra ferramenta ou serviço. Justamente por isso, listamos alguns benefícios de se estar filiado a uma ACE, para que se consiga refletir a importância desse olhar coletivo:

  1. Networking: pode parecer o mais óbvio dos propósitos dentro de uma ACE, e alguns podem até achar que impulsionar seu relacionamento com outros players do mercado não leve a nada. Porém, o caso é que não importa o quanto você tenha de fatia no mercado, clientes e fornecedores vem e vão, e é preciso ter boas relações com outros possíveis parceiros comerciais. Só assim se expande, e também se sobrevive em tempos de crise.
  1. Retrato do mercado: é possível ter contato com concorrentes, com empresários experientes e com dados mercadológicos que são conquistados com relacionamento e pesquisas promovidos pelas Associações. Esse retrato do mercado é crucial para a tomada de decisão diária da empresa, e tê-lo de forma confiável e fácil é, sem dúvida, uma das maiores vantagens.
  1. Acesso a serviços mais baratos: suponha que sua empresa está enfrentando um processo. Advogados e processos jurídicos são caros. As Associações oferecem serviços de advogados mais baratos para seus membros, de forma que o custo é menor para o empreendedor, assim como a qualidade do serviço que pode garantir sucesso em seu processo. O mesmo acontece com consultores empresariais, especialistas em RH, entre outros.
  1. Acesso a produtos mais baratos: recentemente fechamos acordos com algumas Associações e Federações justamente para oferecer nosso emissor de notas fiscais de forma gratuita ou paga para os associados. Mesmo na versão paga, os valores são muito mais baixos do que os de mercado, isso porque o negócio se torna viável tanto para quem fornece, quanto para quem recebe. O que promove isso é a coletividade.
  1. Incentivo ao mercado: a troca de serviços, produtos, contatos, experiência, tudo isso leva a um único e primordial fator: a movimentação do mercado. Através dessas oportunidades, estar vinculado a uma ACE permite ao empresário estar mais próximo de potenciais clientes e entender como se aproximar deles de forma mais eficaz, além de reduzir custos na busca por novos contatos comerciais.

Um bom exemplo de como essa filiação beneficia toda a comunidade é a vídeo aula que realizamos recentemente, explicando aos associados da Federaminas como emitir notas fiscais agora que o emissor gratuito do SEFAZ será descontinuado. Você pode ver a aula no link: https://www.youtube.com/watch?v=eGN0gnaC1Hw.

Adão Lopes é CEO da Varitus Brasil.

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Cerimonia de formatura da 10ª edição do projeto “Gestão de Nota Fiscal Eletrônica”, uma parceria Aehda e Varitus Brasil

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A preocupação com projetos de sustentabilidade sempre foi uma das prioridades da VARITUS BRASIL, empresa inovadora que atua em soluções rápidas para TI na emissão e recuperação de notas fiscais eletrônicas para pequenas, médias e grandes empresas dos setores público e privado. É por este motivo que a empresa é parceira do projeto AEHDA – ­ Associação de Educação do Homem de Amanhã, de Araras, São Paulo, que está formando sua décima turma no curso de Gestão e Emissão de Nota Fiscal Eletrônica.

A parceria, que surgiu há cinco anos, já formou muitos jovens. A décima turma patrocinada pela VARITUS BRASIL, que teve conclusão no último 12 de dezembro, disponibilizou fotos da cerimônia, que podem ser vistas no álbum do Fcebook da Aehda, clicando aqui.

O projeto se utiliza da ajuda de empresas da região que possibilitam a esses jovens completarem sua formação e atender à própria demanda do mercado local. Assim, os jovens ingressam nas empresas prontos para enfrentar todos os desafios.“Como empresas, temos a responsabilidade social de atuar diretamente no processo de formação dos profissionais do futuro”, defende Adão Lopes, CEO da VARITUS BRASIL.

 

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Comércio: como lidar com as obrigações tributárias?

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No comércio, temos um grande volume de documentos fiscais sendo gerados diariamente. Essa grande quantidade de informação deve ser manuseada e controlada de forma muito específica e cuidadosa, pois igualmente extensa é a lista de cuidados que a empresa tem de ter para não ficar em débito com suas obrigações tributárias – e sofrer as penalidades legais que isso envolve.

De um modo geral, as diversas cargas tributárias estão descritas no documento que chamamos de Simples Nacional, ou no Regime Normal. Ambos englobam a maioria dos impostos que são recolhidos por comércios de diversos tamanhos. Nesses documentos, há diversas informações que devem ser levadas em conta, principalmente quando se trata de conhecer bem os tributos que estão sendo pagos. É preciso entender se os valores estão corretos, se não há divergências ou alterações, e mesmo manter o simples cuidado na emissão e armazenamento das guias de pagamento.

Entretanto, esses não são os únicos documentos fiscais gerados e armazenados pelo comércio. Há uma série deles, que geralmente serão emitidos, pagos e armazenados, como a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o Controle de Transporte Eletrônico (CT-e), a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e), o Cupom Fiscal Eletrônico do Sistema Autenticador e Transmissor (CF-e-SAT).

Cada um desses documentos se refere a uma parcela da operação da empresa, e geralmente são emitidos dos dois lados dos processos, tanto na compra (quando falamos de fornecimento para o comércio), quanto na venda (quando falamos de venda ao consumidor final). Esses documentos precisam ser armazenados por cinco anos a partir do seu dia de emissão.

Alguns podem pensar que por seu comércio ser menor, isso é diferente, mas não é bem o caso. Estabelecimentos menores têm menos tributos nas guias de recolhimento, e em empresas grandes há muitos mais (INSS, IPI, PIS, etc), porém isso não faz com que essa quantidade de documentos diminua muito. Isso se deve ao fato de o grosso da documentação ser de transações diárias, como as vendas e compras que geram NF-e ou NFC-e. Consequentemente, a demanda por um sistema de armazenagem eletrônico é crucial para a sobrevivência do negócio nos dias atuais.

Bom, e o que fazer para lidar com esse cenário complexo? Isso é fácil e é o que a maioria das empresas já faz.  O empresário contrata um contador. Este deve realizar uma orientação de como devem ser preenchidas e tratadas cada guia e cada documento. Mas, apesar disso, o contador ainda precisa de ajuda para organizar e armazenar tudo em formato digital. Com sistemas de gestão de documentos, como o NOTAFAZ (colocar o link para a página), é possível gerir bem um negócio, sem dores de cabeça e sem enganos. Esses fatores fazem a diferença, principalmente em tempos de auditorias fiscais (link para o próximo texto).

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Legalidade: a importância da organização financeira na empresa no combate à corrupção corporativa

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Infelizmente vivemos em uma época em que a corrupção está em toda parte. Para aqueles que acreditam que ela se limita a nossas esferas governamentais, ou a grandes empresas envolvidas em esquemas milionários, só posso dizer que não podiam estar mais enganados.

A corrupção está instalada como um câncer na sociedade brasileira. É no “jeito malandro”, no “jeitinho”, no “não devolver um troco errado”, e é claro, na sonegação de impostos. São nessas coisas cotidianas e procedurais que se encontra a raiz da corrupção.

É o cidadão comum que começa um processo que cresce exponencialmente até as esferas nacionais. Parece que a noção de que “os políticos roubam” é um motivo mais do que plausível para se sonegar, para se aproveitar de uma brecha, para deixar passar alguma irregularidade. Bom, não é um bom motivo. Nem um pouco.

Tirando as situações onde isso pode ter efeitos catastróficos, como obras que ferem civis quando se mostram mal realizadas, ainda temos problemas financeiros que vão tomando proporções cada vez maiores, até que de repente a empresa cai em alguma fiscalização e centenas de pessoas ficam desempregadas. O problema é sistêmico.

Essa semana eu li que foi realizada uma pesquisa pelo grupo Gallup que aponta que a corrupção é uma epidemia mundial, já que dois em cada três adultos ao redor do globo acreditam que atividades fraudulentas estão difundidas nas corporações de seus países. A pesquisa constatou que 60% dos residentes dos Estados Unidos e do Canadá consideram a corrupção algo comum, enquanto que, em países em desenvolvimento, os percentuais são mais altos, chegando a 76%. No Brasil, esse índice é de 73%.

E o que a pesquisa apontou como solução? Leis mais severas e sistemas que privilegiem a transparência.

Trabalhando há tantos anos com documentação eletrônica, eu sempre fui um dos maiores defensores do gerenciamento eletrônico de notas ficais e outros documentos necessários para trabalhar qualquer tipo de empresa. O uso da tecnologia mostra um progresso para a sociedade. O uso dessas ferramentas obriga o empresário a um controle mais critico e sem erros, de todos os seus processos.

Ao usar um documento eletrônico, uma empresa torna seus processos mais transparentes, garante a seus fornecedores e clientes, que não apoia esquemas corruptos e contribui para uma educação social e empresarial.

A crise econômica e financeira que vivemos hoje é apenas o impacto da bola de neve que vem descendo o monte desde anos e anos de corrupção corporativa instalada em toda a economia global. O Brasil deve se orgulhar de usar sistemas tão modernos e que abraçam uma mudança de postura, como o gerenciamento de impostos feito de forma digital.

As fraudes estão em diversos níveis da cadeia alimentar corporativa, mas a tecnologia tem nos proporcionado a chance de corrigir esses erros. Temos a chance de ser um país que começa a corrigir suas políticas e até seu modo de pensar.

Aos poucos é possível construir uma economia que não esteja fadada ao colapso por negligência ao longo de anos. Já está mais do que na hora de aproveitar as possibilidades ofertadas pela tecnologia e abraçar uma das posturas de que realmente devemos nos orgulhar em nosso país.

A cultura do crime oficialmente permitido tem que acabar. O problema começa com pequenas mostras de corrupção que cresce para a nossa politica do “rabo preso”, o que origina a máfia que toma conta do país nos altos gabinetes.

Eu acredito que podemos mudar, mas essa atitude deve começar no pequeno, e ir se expandindo e curando o sistema. Pode demorar, mas quanto mais abraçamos aliados como a tecnologia começando como pequenos empresários honestos, mais e mais chegaremos às esferas superiores.

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