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Cerimonia de formatura da 10ª edição do projeto “Gestão de Nota Fiscal Eletrônica”, uma parceria Aehda e Varitus Brasil

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A preocupação com projetos de sustentabilidade sempre foi uma das prioridades da VARITUS BRASIL, empresa inovadora que atua em soluções rápidas para TI na emissão e recuperação de notas fiscais eletrônicas para pequenas, médias e grandes empresas dos setores público e privado. É por este motivo que a empresa é parceira do projeto AEHDA – ­ Associação de Educação do Homem de Amanhã, de Araras, São Paulo, que está formando sua décima turma no curso de Gestão e Emissão de Nota Fiscal Eletrônica.

A parceria, que surgiu há cinco anos, já formou muitos jovens. A décima turma patrocinada pela VARITUS BRASIL, que teve conclusão no último 12 de dezembro, disponibilizou fotos da cerimônia, que podem ser vistas no álbum do Fcebook da Aehda, clicando aqui.

O projeto se utiliza da ajuda de empresas da região que possibilitam a esses jovens completarem sua formação e atender à própria demanda do mercado local. Assim, os jovens ingressam nas empresas prontos para enfrentar todos os desafios.“Como empresas, temos a responsabilidade social de atuar diretamente no processo de formação dos profissionais do futuro”, defende Adão Lopes, CEO da VARITUS BRASIL.

 

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Impostos no varejo: livre-se do bicho de sete cabeças

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Por Adão Lopes

O varejo, por lidar com o consumidor final, gera um grande volume de documentos fiscais por dia. Isso significa uma demanda por gestão e controle, de forma específica e cuidadosa, pois a empresa tem de estar alerta para não ficar em débito com suas obrigações tributárias – e sofrer as penalidades legais que isso envolve.

De um modo geral, as diversas cargas tributárias estão descritas no documento que chamamos de Simples Nacional, ou no Regime Normal. Ambos englobam a maioria dos impostos que são recolhidos por varejos de diversos tamanhos. Nesses documentos, há diversas informações que devem ser levadas em conta, principalmente quando se trata de conhecer bem os tributos que estão sendo pagos. É preciso entender se os valores estão corretos, se não há divergências ou alterações, e mesmo manter o simples cuidado na emissão e armazenamento das guias de pagamento.

Entretanto, esses não são os únicos documentos fiscais gerados e armazenados pelo varejo. Há uma série deles, que geralmente serão emitidos, pagos e armazenados, como a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e), o Cupom Fiscal Eletrônico do Sistema Autenticador e Transmissor (CF-e-SAT).

Cada um desses documentos se refere a uma parcela da operação da empresa, e geralmente são emitidos dos dois lados dos processos, tanto na compra (quando falamos de fornecimento para o comércio), quanto na venda (quando falamos de venda ao consumidor final). Esses documentos precisam ser armazenados por cinco anos a partir do seu dia de emissão.

Alguns podem pensar que por seu varejo ser menor, isso é diferente, mas não é bem o caso. Estabelecimentos menores têm menos tributos nas guias de recolhimento, e em empresas grandes há muitos mais (INSS, IPI, PIS, etc), porém isso não faz com que essa quantidade de documentos diminua muito. Isso se deve ao fato de o grosso da documentação ser de transações diárias, como as vendas e compras que geram NF-e ou NFC-e. Consequentemente, a demanda por um sistema de armazenagem eletrônico é crucial para a sobrevivência do negócio nos dias atuais.

Bom, e o que fazer para lidar com esse cenário complexo? Isso é fácil e é o que a maioria das empresas já faz. O empresário contrata um contador. Este deve realizar uma orientação de como devem ser preenchidas e tratadas cada guia e cada documento. Mas, apesar disso, o contador ainda precisa de ajuda para organizar e armazenar tudo em formato digital. Com sistemas de gestão de documentos, como o NOTA FAZ, é possível gerir bem um negócio, sem dores de cabeça e sem enganos. Esses fatores fazem a diferença, principalmente em tempos de auditorias fiscais.

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A importância do controle contábil em tempos tecnológicos

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A tecnologia alterou completamente a rotina administrativa das empresas. As possibilidades de uma melhor gestão, que deu agilidade e precisão a processos antigos, também significou uma mudança na forma como as empresas se relacionam com seus pagadores, credores e o governo.

É em um cenário mais complexo e completo, onde a lida com o cotidiano e, sobretudo com as obrigações fiscais, que a contabilidade ganha um novo destaque. Aliada à tecnologia, a contabilidade, que já era um pilar administrativo, passou a ter um acréscimo de importância, o operacional.

Os processos cotidianos agora são integrados. O controle é maior. A fidelidade das informações muito mais desenvolvidas e protagonistas. Os próprios processos já nascem em plataformas tecnológicas, garantindo veracidade e segurança da informação, o que faz com que o erro humano seja quase totalmente excluído da equação.

O controle contábil nunca foi tão grande, necessário e vital. É para isso que plataformas de tecnologia, como a de emissão de documentos eletrônicos, são cada vez mais necessárias nas empresas. Já não se consegue acompanhar o ritmo sem a tecnologia como aliada. O grande volume de dados demanda isso dos processos contábeis.

Toda a empresa depende desses fatores, dessa aliança entre contabilidade e tecnologia. Eles não são a alma do negócio, mas com certeza o mantém vivo, funcionando e, acima de tudo, trazendo resultado. A contabilidade não serve apenas pagar contas e cobrar dívidas. Ela gere aquilo que faz a empresa funcionar. Com a tecnologia como aliada, ela consegue alcançar patamares muito mais amplos e com muito mais segurança da informação.

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Emissor gratuito de NF-e e CT-e têm os dias contados

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Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo irá descontinuar versão atual dos emissores

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz) informou, nessa última segunda-feira (18), que irá descontinuar a última versão dos seus emissores gratuitos de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). Os aplicativos, em sua versão atual, não terão um sucessor, e conforme forem surgindo alterações legais para emissão, os aplicativos já instalados se tornarão obsoletos, pois trabalharão com regras desatualizadas. A decisão passa a valer em janeiro de 2017, e os empresários de São Paulo que emitem NF-e e CT-e devem buscar se atualizar com uma ferramenta profissional, dentro dos próximos nove meses.

Os emissores gratuitos são fornecidos pela Sefaz, desde 2006 quando se deu início o processo de informatização dos documentos fiscais e sua transmissão via internet. A atualização dos sistemas informativos em massa, em todo o território nacional, é um objetivo claro do Sefaz desde o início do programa de informatização.

Seu objetivo é gerar um melhor controle sobre o recolhimento de impostos, e, inclusive, de defesa do consumidor, proporcionando um controle claro das transações comerciais realizadas. A alteração vem baseada em um levantamento realizado pela Sefaz que aponta que o total de NF-e’s geradas, por empresas que optaram por emissores próprios, somam 92,2%. No caso do CT-e, esse número chega a 96,3%.

Essa análise permitiu ao Fisco Paulista verificar que a maioria dos contribuintes já deixou de utilizar o emissor gratuito e optou por soluções próprias, há bastante tempo. “A vantagem de se usar uma solução de mercado, é que ela se integra ao sistema interno da empresa e permite personalizar todo o processo para cada tipo de negócio”, conta Adão Lopes, CEO e fundador da VARITUS Brasil, empresa desenvolvedora de soluções para emissão, gestão e armazenamento de documentos eletrônicos.

A partir de 1º de janeiro não será mais possível fazer o download dos emissores. O anuncio já havia sido feito no ENCAT, Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais, mas a nota oficial foi enviada essa semana, no dia 18 de abril. “Os softwares de mercado, como o da VARITUS, buscam ampliar o leque de serviços. Além de emitir as notas, ele também as armazena, já que o prazo mínimo de histórico desse tipo de documento é de cinco anos”, explica Lopes.

A decisão vem seguindo a tendência do mercado e da própria necessidade de simplificar e unificar processos dentro das empresas. “Essa é uma oportunidade de os empresários melhorarem seus sistemas, atualizarem seus processos e facilitarem seus trabalhos. Nós da VARITUS estamos sempre atentos para apoiar o empresário e o contador, para que não haja perdas para as empresas”, finaliza Lopes.

A Secretaria da Fazenda recomenda que os usuários que já tenham o aplicativo instalado, façam a migração para soluções próprias antes que a introdução de novas regras de validação da NF-e e do CT-e impeçam o seu correto funcionamento.

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NFC-e: obrigatoriedade chega ao Espírito Santo

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O uso da NFC-e (Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica) é uma modernização cuja abrangência só tem crescido em todo o país. Um dos estados que aderiu à novidade é o Espírito Santo, que adotou o modelo antes mesmo da obrigatoriedade entrar em vigência. Vendo as vantagens do seu uso, o governador do estado, Paulo Hartung, decidiu adotar o modelo a fim de modernizar o gerenciamento fiscal do estado.

A ideia é que a emissão eletrônica de notas ao consumidor avance para todos os estado e cidades do Brasil criando um controle fiscal mais moderno, compartilhado e que permita uma gerência centralizada dos órgãos de administração tributária e de regulação.

O projeto da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) tem como objetivo implantar um modelo nacional de documento fiscal eletrônico em substituição à emissão de cupons fiscais em papel, reduzindo custos com equipamentos, simplificando as obrigações acessórias dos contribuintes e permitindo o acompanhamento em tempo real das operações comerciais pelo Fisco.

Existe uma grande vantagem na utilização deste novo documento. A NFC-e propõe uma revolução no funcionamento varejista brasileiro. A ideia é proporcionar uma estrutura totalmente digital de documentos fiscais utilizados dentro do varejo.

O cupom fiscal (ECF) está com os dias contados. A nota é focada exclusivamente para operações comerciais de varejo de forma presencial ou para entrega em domicílio, onde o varejo se relaciona diretamente com o consumidor final. Como ele é um documento fiscal emitido e armazenado especificamente de forma eletrônica, sua validade jurídica é garantida por meio de Assinatura Digital do emitente.

Esse gerenciamento digital proporcionará à Receita Estadual o acompanhamento em tempo real e com total segurança das operações comerciais realizadas. Além de combater à sonegação fiscal, aumentando arrecadações importantíssimas para o país.

A NFC-e é um dos documentos eletrônicos mais importantes da atualidade. Ela está ligada diretamente à rotina do consumidor final e das empresas do varejo. Embora não seja uma exigibilidade fiscal, é uma mudança que traz benefícios ao consumir e às empresas.

Assim sendo, ele é com certeza uma revolução que vem facilitar a vida daqueles que mantêm suas obrigações fiscais em dia. O cupom fiscal dará lugar a um documento chamado de DANFE NFC-e, documento auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor. Sua cara é bem diferente dos cupons fiscais atuais. Os itens comprados não se mostram mais discriminados no documento (o consumidor ou empresário pode optar por um documento com os itens detalhados, se desejar), nele apenas se vê o valor total da compra e um resumo da quantidade de itens. Os detalhes podem ser acessados com a leitura de um QR Code, através de um smartphone ou através do site da SEFAZ. A nota poderá ser enviada por e-mail ao cliente, quando desejado.

Essa realidade vem de encontro a todos os ideais de unificação das plataformas fiscais do país. O consumidor tem a seu favor, a possibilidade de conferir a validade e autenticidade dos documentos fiscais que recebe, assim como o vendedor pode armazenar e gerir de forma automática e eficiente seus próprios registros de vendas. Importante frisar que as mesmas regras de guarda de documentos que se aplica a NF-e (Modelo 55) também se aplica a NFC-e (Modelo 65) conforme a legislação em vigor.

Essa infraestrutura, quando totalmente digitalizada, evitará diversos problemas, além de proporcionar mecanismos de segurança. Ela propõe um padrão nacional da documentação fiscal, e segue diversos documentos eletrônicos que já estão se tornando padrão e não mais uma opção.

E, para aqueles que acreditam que esse processo trará mais complicações do que soluções, é ai que ele se enganam. Já existem sistemas como o NotaFaz e o Varitus Armazena que atendem tanto emissão como armazenamento e controle dessas notas, deixando-o livre de dores de cabeça envolvendo o Fisco.

Adão Lopes é mestre em tecnologia e negócios eletrônicos e CEO da VARITUS BRASIL.

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