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Solucionar problemas: software para emissão de nota fiscal oferece solução completa

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Por Adão Lopes

Abrir um negócio é uma tarefa que vai além do conhecido processo de empreender. Uma das primeiras coisas que se deve ter em mente é justamente o propósito, também conhecido como core business. Uma nova empresa, que pretende ter sucesso, deve solucionar um problema do mundo real.

Quando comecei a pensar em iniciar a Varitus encontrei esse problema na complicação documental do nosso país. A burocracia envolvendo documentos fiscais é muito grande. O Brasil é um dos países que mais tem variedade de tributos e documentos que precisam ser emitidos e armazenados constantemente. Por isso, a prestação de contas para diversos processos e tipos de negócio é uma das tarefas mais importantes em toda a cadeia de gestão da empresa.

O problema era que mesmo em soluções pagas, não se encontra um software que emita todos os documentos em uma única plataforma, quem dirá de forma simples e intuitiva. NF-e, MDF-e, CT-e, NFC-e, NFS-e são só alguns dos documentos que precisam de emissão, conforme o ramo de atividade da empresa. Além disso, ainda temos o problema da falta de integração com outras plataformas de gestão.

As informações vêm de vários softwares diferentes o que dá margem a erros humanos na transferência de informação, perda de dados, sem contar a complicação que gera novos processos que tomam tempo e dinheiro da empresa. Várias desenvolvedoras criam softwares ERP personalizados, mas quando chegam na parte de documentos fiscais não conseguem aderir a todos os emissores, pois eles não foram feitos pensando em complementar, e sim em ser exclusivos.

O core businesses deles nasceu de forma que só soluciona um problema, ou as vezes a empresa só existe para dar lucro, não para ser útil. O grande problema dessas ferramentas é justamente que elas não são feitas pensando no usuário, são feitas pensando no patrimônio da empresa, na solução única daquele problema, aquele documento, sem possibilitar flexibilidade na hora de lidar com negócios variados.

O problema aumenta quando falamos de um escritório de contabilidade que faz isso para diversos clientes diferentes. Quando criávamos o NOTAFAZ, aqui na Varitus, nós focamos nosso planejamento em resolver esses problemas. Não adiantava criar algo que fosse ser mais do mesmo, e também não podíamos criar algo que fosse muito caro ou de difícil uso. Foi com certeza uma tarefa difícil, mas tivemos êxito.

Emitir todos os tipos de documentos, atualizar a legislação, fazer um software que se integrasse a qualquer ERP, garantindo completude que nos permitisse parcerias com software houses, e ainda fazer isso de forma que com poucos cliques os usuários não precisassem mais se preocupar com essa parte burocrática e cansativa do processo de gestão. Foi justamente isso que entregamos.

Posso dizer sem sombra de dúvida que foi um trabalho gratificante, justamente por que o fizemos para ajudar os empreendedores, não para criar um produto a mais para o mercado. Essa é a visão que o empresário deve ter na hora de abrir um negócio. Diminuir a burocracia das empresas foi o meu target.

Adão Lopes é CEO da Varitus Brasil.

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Cerimonia de formatura da 10ª edição do projeto “Gestão de Nota Fiscal Eletrônica”, uma parceria Aehda e Varitus Brasil

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A preocupação com projetos de sustentabilidade sempre foi uma das prioridades da VARITUS BRASIL, empresa inovadora que atua em soluções rápidas para TI na emissão e recuperação de notas fiscais eletrônicas para pequenas, médias e grandes empresas dos setores público e privado. É por este motivo que a empresa é parceira do projeto AEHDA – ­ Associação de Educação do Homem de Amanhã, de Araras, São Paulo, que está formando sua décima turma no curso de Gestão e Emissão de Nota Fiscal Eletrônica.

A parceria, que surgiu há cinco anos, já formou muitos jovens. A décima turma patrocinada pela VARITUS BRASIL, que teve conclusão no último 12 de dezembro, disponibilizou fotos da cerimônia, que podem ser vistas no álbum do Fcebook da Aehda, clicando aqui.

O projeto se utiliza da ajuda de empresas da região que possibilitam a esses jovens completarem sua formação e atender à própria demanda do mercado local. Assim, os jovens ingressam nas empresas prontos para enfrentar todos os desafios.“Como empresas, temos a responsabilidade social de atuar diretamente no processo de formação dos profissionais do futuro”, defende Adão Lopes, CEO da VARITUS BRASIL.

 

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Dia do contador: o salva vidas em um mar de impostos

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Por Adão Lopes

No dia 22 de setembro comemora-se o dia do Bacharel em Ciências Contábeis, o contador. Essa data vem homenagear a fundação do primeiro curso superior de Ciências Contábeis, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Antes, só havia cursos técnicos na área.

Não foi a toa que se chegou à conclusão de que era necessário um curso superior, mesmo lá no tão controverso governo Vargas. O contador é um verdadeiro salva vidas das empresas em todos os tempos. Cada vez mais sofremos enxurradas de impostos, alterações, migrações, detalhes e pormenores que o administrador não tem como acompanhar no seu dia a dia. Ser resiliente na mudança, mutável e informado é o que garante aos contadores surfarem nesse mar diverso que chamamos de gestão de recursos de uma empresa.

A área mudou muito ao longo dos anos. Como em todos os segmentos, a renovação acompanha seu desenvolvimento. Contudo, nos últimos tempos, a crescente tecnologia focada na área contábil impôs mudanças radicais e significativas no cenário empresarial.

As ferramentas ERPs, e os softwares de emissão e gestão de documentos eletrônicos, e os próprios documentos digitais, representaram essa mudança, e também a reciclagem desse mercado e profissão. Mesmo com a tecnologia, essa é uma área que demanda, acima de tudo, resiliência, análise e inteligência.

É papel do contador usar sua formação, sua experiência e seu senso crítico para lidar com as informações que a máquina dispõe. A inteligência humana é o que guiará as decisões e identificará os pontos vulneráveis de uma empresa, permitindo que esse profissional não se limite a apenas pagar e receber contas, mas também a fazer parte do processo de estratégia comercial.

É por esse papel e importância, que hoje, cercados de tecnologia, abraçamos o futuro, sem deixar de valorizar o real papel do profissional, que ganha espaço onde ele realmente contribui para o processo, na inteligência.

Na Varitus Brasil nos preocupamos em auxiliar o trabalho, em proporcionar agilidade e segurança às diversas etapas do processo. Mas, é ao lado desse profissional que as empresas podem enfrentar as ondas violentas do mar de mudanças, impostos e taxas, que impedem a administração de ver claramente os pontos de tomada de decisão.

Agradeça a seu contador. Feliz 22 de setembro.

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Como se preparar para uma auditoria fiscal?

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Qualquer empresário, hoje em dia, sabe o que é uma auditoria fiscal e qual sua importância para o próprio mercado, independentemente de concordar ou não com determinados tributos ou regras vigentes. Porém, você empreendedor, já se perguntou o que fazer para estar pronto para encarar a tão temida auditoria fiscal?

Muitos podem acreditar que já que sua empresa está em ordem, com seus documentos e obrigações fiscais, estão livres de passar por uma auditoria, porém estão enganados. Processos de fiscalização ocorrem por diversos motivos, desde cruzamentos de dados por parte do fisco, como por denúncias vindas de clientes, funcionários, etc.

Mesmo que o fisco não ache nada de errado com sua empresa, alguém ainda pode realizar uma denúncia. Não vou entrar no mérito de a empresa estar legal ou não, mas o caso é que é bom estar prevenido. Como consequência, estará legalizado.

O fisco geralmente manda uma multa por correspondência quando há alguma suspeita de irregularidade, que quando paga, geralmente já soluciona qualquer problema para a empresa. Entretanto, eles podem mesmo assim fazer uma vistoria, e no caso de não pagamento, com certeza eles a farão.

possível contestar a multa, caso haja a certeza de que aquela acusação é falsa, porém haverá uma auditoria para avaliação de toda forma. O ponto é que, geralmente há mesmo alguma irregularidade.

São muitos documentos, e muitos anos de documentos que devem ser armazenados. Informações podem se perder, principalmente se nem toda a sua plataforma é digital. A irregularidade não é feita de má fé, mas pode ser um erro operacional que custa caro.

Mas então como evitar surpresas negativas? Primeiramente é importante ter tudo em ordem. Sistemas gerenciais de notas, ou mesmo ERPs que contenham esses sistemas acoplados, como o NOTAFAZ (colocar o link para a página), garantem que as notas estejam em ordem.

Assim, quando qualquer fiscalização tomar lugar, os dados estarão organizados, acessíveis e transparentes. Além disso, é possível fazer uma pré-auditoria automática, que verifica se os dados estão sem discrepância, antes mesmo da avaliação do fisco. Isso pode ser feito periodicamente, de forma a garantir que a empresa não fique tensa quando ocorrer uma nova inspeção – podendo até corrigir erros antes que eles virem multas.

O NOTAFAZ te dá todas essas ferramentas, inclusive podendo ser usadas como o diferencial de atendimento de um contador na hora de prestar serviço a uma empresa. Auditorias fazem bem para o mercado, e estar preparado é apenas mais um aspecto de um bom trabalho dentro da nossa realidade comercial.

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Documentos fiscais: um patrimônio empresarial negligenciado

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A documentação fiscal de uma empresa é parte vital de seu patrimônio, mesmo que muitas vezes ela não seja vista ou tratada como tal. Esses “papéis” contêm informações que serão importantes para a companhia mesmo depois de muito tempo de sua emissão, e podem representar a sobrevivência da mesma frente à justiça nacional.

É estranho que mesmo empresários de longa data, ainda hoje, não saibam que a documentação fiscal deve ser armazenada por um prazo mínimo de cinco anos. Dependendo do tipo da empresa, esse pode ser um volume incrível de documentos produzidos diariamente, armazenados e guardados de forma a atender a datas variadas de validade.

Sejam documentos antigos, emitidos em papel, ou documentos novos, que já se utilizam de armazenagem digital, é preciso dar o devido valor a esse patrimônio, pois a perda desses dados pode acarretar em multas altíssimas, fechamento da empresa e até a prisão do empresário responsável.

O grande problema é que muitas vezes a documentação é negligenciada através do uso de processos arcaicos de armazenagem, como o uso de arquivos, pastas enfiadas em qualquer armário, e salas inutilizadas. Esse tipo de armazenamento corre riscos naturais como mofo, infiltrações, perdas em acidentes, só para citar alguns.

Os riscos de perda dos documentos, nesses cenários, são altíssimos, sem falar que, mesmo que eles se mantenham íntegros, o acesso é complicado. Em alguns casos o acesso em um tempo hábil representa a diferença entre prestar as devidas contas a órgãos fiscais, ou ser taxado como sonegador e sofrer as penas legais que isso acarreta.

A armazenagem de documentos fiscais é primordial. Eles são um seguro para o patrimônio da empresa e justamente por isso fazem parte dele.

A digitalização de documentos antigos e a emissão eletrônica são a chave para manter esse patrimônio dentro desses patrões de segurança, acesso e garantia. Essas soluções permitem que toda a documentação de uma empresa se mantenha integrada a uma plataforma única que permite a indexação da informação e seu fácil acesso. Sem contar que a segurança dos dados, agora, é responsabilidade de empresas com ambientes projetados para armazenar altos volumes de dados de forma a preserva-los contra qualquer imprevisto.

Nunca se esqueça, o documento fiscal é um patrimônio da empresa, e ele representa segurança e idoneidade. Não o trate como uma pilha de lixo em uma sala escura.

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Sonegação de impostos: o governo está de olho nas suas redes sociais

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A Receita Federal está analisando suas redes sociais! Não, não é nenhum esquema de espionagem, invasão da privacidade ou quebra de sigilo. Ela só está vendo o que você permite que todos vejam. O caso é que quem “ostenta” na web, e não declara isso no Imposto de Renda, por exemplo, alegando que não tem patrimônio, pode entrar sim na malha fina e ser acionado em diversos outros casos.

O porquê disso? Simples: Big Data. Essa tecnologia representa uma nova realidade digital, e isso também se expande ao controle que o governo tem sobre os “espertinhos” que declaram seu patrimônio para todos nas redes sociais e, na hora de acertar as contas com o governo, dão uma de desentendidos.

O Big Data nada mais é do que um processo de união de um volume altíssimo de dados, processados por um algoritmo que tenta encontrar um padrão e definir melhores resultados para o que é buscado. Por hora, o governo ainda não utiliza todo o potencial dessa ferramenta, mas em diversos estados isso já uma realidade.

O estado de Pernambuco, por exemplo, já há algum tempo começou a usar uma ferramenta de previsão de arrecadação de impostos, baseados em dados coletados na rede dos moradores do estado. Isso os permitiu calcular metas de arrecadação do ano seguinte, prever crescimento e queda do PIB. Informações com diversas utilidades práticas para a gestão governamental.

O próximo passo dado pelo governo é aproveitar os dados que a internet pode oferecer, focando principalmente nas redes sociais e preparando analistas e auditores para trabalhar com uma boa quantidade de dados de uma seleção de pessoas passíveis de investigação fiscal, por sonegação de impostos.

Os auditores, após receberem os dados preliminares, analisam se a renda que a pessoa declarou consegue de fato pagar aquela vida luxuosa, viagens, carros de luxo, imóveis que a pessoa ostenta nas redes sociais. Se isso não bate, eles começam a investigar de onde vem esse dinheiro.

A Receita está se aproveitando de um dos instintos mais básicos do ser humano, o de se exibir. A tecnologia está colaborando para isso, analisando quantidades de informação que um grupo de pessoas não poderia analisar sozinho, e somente aí entra a análise humana. A quantidade de informação com que eles trabalham sempre foi alta, mas a tecnologia está, enfim, servindo para um melhor controle dessa informação. O Big Data faz parte de uma revolução.

Assim, saiba que é importante considerar manter sua organização dentro e fora do ambiente online. Os riscos são altos. Mantenha sua contabilidade em dia e jamais pense em recorrer ao caminho da sonegação. E se possível, evite a ostentação. Ela tem mais contras do que prós, pois incorre em um risco à sua segurança e de seus familiares, e pode pegar mal em momentos diversos da empresa. A imagem conta – e muito.

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PROCONs estão multando empresas que emitem NF-e com valor de tributação desatualizado

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Intensificação da fiscalização se deu devido à liberação da nova tabela de cálculo de imposto aproximado para produtos e serviços

A nova medida de fiscalização dos PROCONs vem falar diretamente aos empresários que emitem Nota Fiscal Eletrônica, NF-e. O órgão de fiscalização em prol do consumidor passou a dar atenção ao valor informado nas notas emitidas aos clientes, que constam no campo de imposto. Os valores devem refletir a atualização proposta pela nova tabela de cálculo de imposto aproximado, emitida essa semana pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, o IBTP. Os valores atualizam impostos cobrados sobre produtos e serviços.
O IBTP acaba de disponibilizar a nova versão da tabela, atualizando a carga tributária cobrada para todos os produtos e serviços (v. 15.2). A tabela segue as demandas da lei 12.741/2012, que indica que as empresas são obrigadas a informar a carga tributária, que envolvem seus produtos e serviços nos cupons e notas fiscais emitidas por elas.
A nova versão disponibiliza os dados por estado, com dados do imposto aproximado para aquele único local. Além disso, os campos foram alterados para refletir a separação dos impostos entre as esferas federal, estadual e municipal e também foram adicionados campos para demonstrar a validade da tabela, versão e fonte, permitindo controlar a validade dos dados da versão.
O maior impacto para o empresário é justamente o fato de os PROCONs estarem utilizando essa alteração para intensificar a fiscalização em cima dos emissores. “Se você não realizar a atualização e estiver informando dados tributários incorretos ao seu cliente, é quase certo que você receberá uma multa”, ressalta Adão Lopes, CEO da VARITUS Brasil. “Como já contávamos com isso, atualizamos o nosso sistema, o NOTAFAZ, para trabalhar com a atualização, imediatamente, impedindo que nossos clientes sofram com essa mudança”.

Aqueles que não prestarem a informação atualizada ao consumidor estão passíveis de multa, conforme o informado na lei. Essa atualização deve ser incorporada pelos mecanismos de emissão fiscal de todas as empresas que utilizam NF-e. “A recomendação é que o empresário emissor de NF-e se adeque o quanto antes, seja através de meios manuais ou buscando o auxílio de empresas especializadas que atualizem o sistema”, finaliza Lopes.















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Alteração na lei de emissão do MDF-e pode barrar o transporte de cargas interestadual

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A obrigatoriedade vigente desde 04 de abril traz atualizações importantes para empresas que transportam cargas entre estados

No último dia 04 de abril, a obrigatoriedade envolvendo a emissão do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) sofreu alterações. Tornou-se obrigatória que a empresa que realizar uma venda interestadual tenha que emitir o MDF-e para todas as cargas cujo destino seja outro estado. Antes esse documento só era obrigatório para cargas fracionadas, ou seja, quando havia mais de uma Nota Fiscal Eletrônica ou Conhecimento de Transporte Eletrônico sendo levadas no mesmo veículo. Empresas desatentas a essa mudança podem ter suas cargas paradas nas barreiras entre estados, e dependendo da carga pode haver prejuízos.

A mudança veio com o Ajuste SINEF 009/2015, criado no ano passado e com data limite para esse mês de abril. “Para empresários que não contam com sistemas de emissão atualizados ou parceiros atentos, isso pode significar prejuízo no tempo de entrega, multas e insatisfação de clientes, sem contar os gastos extras com o próprio transporte”, ressalta Adão Lopes, CEO da VARITUS Brasil, empresa de tecnologia especializada em emissão e gestão de documentação eletrônica.

O ajuste cai sobre a SINEF 21/2010 e é internalizado pelo Decreto 14.352/2015. Em termos gerais todos os contribuintes emitentes de NF-e e CT-e no transporte interestadual (não importa se com uma ou várias notas) são obrigados à emissão do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais – MDF-e.

Cabe a cada empresa verificar e atualizar seus transportes com as notas corretas, evitando problemas e não perdendo tempo de operação com o transporte erroneamente documentado. “A VARITUS BRASIL, sempre atenta a essas alterações, busca oferecer um serviço que possa realmente ser parceiro da empresa, mantendo-a segura para não precisar alterar seus processos. Nossa expertise ajuda a resolver esse tipo de problema antes mesmo dele acontecer”, encerra Lopes.

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NFC-e: obrigatoriedade chega ao Espírito Santo

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O uso da NFC-e (Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica) é uma modernização cuja abrangência só tem crescido em todo o país. Um dos estados que aderiu à novidade é o Espírito Santo, que adotou o modelo antes mesmo da obrigatoriedade entrar em vigência. Vendo as vantagens do seu uso, o governador do estado, Paulo Hartung, decidiu adotar o modelo a fim de modernizar o gerenciamento fiscal do estado.

A ideia é que a emissão eletrônica de notas ao consumidor avance para todos os estado e cidades do Brasil criando um controle fiscal mais moderno, compartilhado e que permita uma gerência centralizada dos órgãos de administração tributária e de regulação.

O projeto da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) tem como objetivo implantar um modelo nacional de documento fiscal eletrônico em substituição à emissão de cupons fiscais em papel, reduzindo custos com equipamentos, simplificando as obrigações acessórias dos contribuintes e permitindo o acompanhamento em tempo real das operações comerciais pelo Fisco.

Existe uma grande vantagem na utilização deste novo documento. A NFC-e propõe uma revolução no funcionamento varejista brasileiro. A ideia é proporcionar uma estrutura totalmente digital de documentos fiscais utilizados dentro do varejo.

O cupom fiscal (ECF) está com os dias contados. A nota é focada exclusivamente para operações comerciais de varejo de forma presencial ou para entrega em domicílio, onde o varejo se relaciona diretamente com o consumidor final. Como ele é um documento fiscal emitido e armazenado especificamente de forma eletrônica, sua validade jurídica é garantida por meio de Assinatura Digital do emitente.

Esse gerenciamento digital proporcionará à Receita Estadual o acompanhamento em tempo real e com total segurança das operações comerciais realizadas. Além de combater à sonegação fiscal, aumentando arrecadações importantíssimas para o país.

A NFC-e é um dos documentos eletrônicos mais importantes da atualidade. Ela está ligada diretamente à rotina do consumidor final e das empresas do varejo. Embora não seja uma exigibilidade fiscal, é uma mudança que traz benefícios ao consumir e às empresas.

Assim sendo, ele é com certeza uma revolução que vem facilitar a vida daqueles que mantêm suas obrigações fiscais em dia. O cupom fiscal dará lugar a um documento chamado de DANFE NFC-e, documento auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor. Sua cara é bem diferente dos cupons fiscais atuais. Os itens comprados não se mostram mais discriminados no documento (o consumidor ou empresário pode optar por um documento com os itens detalhados, se desejar), nele apenas se vê o valor total da compra e um resumo da quantidade de itens. Os detalhes podem ser acessados com a leitura de um QR Code, através de um smartphone ou através do site da SEFAZ. A nota poderá ser enviada por e-mail ao cliente, quando desejado.

Essa realidade vem de encontro a todos os ideais de unificação das plataformas fiscais do país. O consumidor tem a seu favor, a possibilidade de conferir a validade e autenticidade dos documentos fiscais que recebe, assim como o vendedor pode armazenar e gerir de forma automática e eficiente seus próprios registros de vendas. Importante frisar que as mesmas regras de guarda de documentos que se aplica a NF-e (Modelo 55) também se aplica a NFC-e (Modelo 65) conforme a legislação em vigor.

Essa infraestrutura, quando totalmente digitalizada, evitará diversos problemas, além de proporcionar mecanismos de segurança. Ela propõe um padrão nacional da documentação fiscal, e segue diversos documentos eletrônicos que já estão se tornando padrão e não mais uma opção.

E, para aqueles que acreditam que esse processo trará mais complicações do que soluções, é ai que ele se enganam. Já existem sistemas como o NotaFaz e o Varitus Armazena que atendem tanto emissão como armazenamento e controle dessas notas, deixando-o livre de dores de cabeça envolvendo o Fisco.

Adão Lopes é mestre em tecnologia e negócios eletrônicos e CEO da VARITUS BRASIL.

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Dúvidas frequentes sobre a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica

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Adão Lopes, CEO da VARITUS Brasil, esclarece dúvidas dos contribuintes e consumidores

A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) é uma mudança que afeta diretamente o dia a dia do cidadão brasileiro. Diferente de outras obrigatoriedades, ou documentos eletrônicos, a NFC-e é uma mudança que diz respeito aos pequenos comércios e ao consumidor final. É uma melhoria e um avanço no modo como é feito o controle fiscal do nosso país, porém toda mudança sempre vem acompanhada por diversas dúvidas.

Foi pensando nisso que entrevistamos o empresário e mestre em tecnologia Adão Lopes, CEO da VARITUS Brasil, empresa especializada na emissão e gerência de documentos fiscais para empresas. O especialista respondeu algumas perguntas que se mostraram básicas e primordiais para aqueles que estão encontrando essa obrigatoriedade vigente em seus negócios e estados, mas ainda não entenderam como isso funciona e o que muda no seu dia a dia.

  1. Primeiramente, o que é a NFC-e, exatamente? Qual seu propósito?

A NFC-e será umas das substitutas da nota fiscal ao consumidor em papel e para o famoso cupom fiscal que é emitido através de uma impressora especial quando se faz uma compra.

A função da nova nota fiscal eletrônica é diminuir as obrigações assessórias das empresas, eliminar uso de papel e desburocratizar a emissão de cupons fiscais, realizando uma comunicação direta com a Secretaria da Fazenda (SEFAZ), eliminando tarefas do contador e empresários após a venda.

  1. Essa migração é obrigatória?

Por enquanto, não em todos os estados. Desde o começo do ano, São Paulo, por exemplo, já tem essa obrigatoriedade para os contribuintes com receita bruta maior ou igual a R$ 100 mil no ano de 2015. A própria SEFAZ disponibiliza informações online sobre a progressão dessa obrigatoriedade. Alguns estados, como o Espírito Santo, estão adotando a nota por iniciativa própria, pois perceberam as vantagens envolvidas no processo.

Estados como o Amazonas e Paraná, também já contam com a NFC-e como obrigatoriedade. O plano prevê uma implementação gradual. Com o tempo, toda a base fiscal nacional deve ligar-se à infraestrutura de dados digitais.

Além de possibilitar a diminuição de fraudes fiscais, a documentação eletrônica poupa milhões das empresas, órgãos públicos e do próprio consumidor. Um controle digital que representa o futuro e descomplica o que é complicado no presente, traz vantagem ambiental e ainda poupa dinheiro e tempo de todos envolvidos.

  1. A quem a mudança afeta, diretamente?

Aos comerciantes que se enquadram nesse escopo citado e os consumidores que compram em seus estabelecimentos, seja o mercadinho da esquina ou um grande estabelecimento. O cupom fiscal comum dará lugar a um documento chamado de DANFE NFC-e, documento auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor.

Sua cara é bem diferente dos cupons fiscais atuais. Os itens comprados não se mostram mais discriminados no documento (o consumidor ou empresário pode optar por um documento com os itens detalhados, se desejar). Nele apenas se vê o valor total da compra e um resumo da quantidade de itens. Os detalhes podem ser acessados com a leitura de um QR Code, através de um smartphone ou do site da SEFAZ. A nota poderá ser enviada por e-mail ao cliente, quando desejado.

  1. Quais as vantagens e desvantagens?

A NFC-e propõe uma revolução do funcionamento varejista brasileiro. A ideia é proporcionar uma estrutura totalmente digital de documentos fiscais utilizados dentro do varejo.

O cupom fiscal está com os dias contados. O principal foco da nova nota fiscal é a redução de custos de obrigações acessórias aos contribuintes, possibilitando melhor gerência, controle e administração tributária para o comerciante e consumidores. Não há desvantagens nisso.

  1. Qual é a responsabilidade da SEFAZ? E do empresário?

A única responsabilidade da SEFAZ é fiscalizar. A emissão e o armazenamento das notas, assim como outros documentos fiscais pelo prazo de cinco anos, fica sob responsabilidade do empresário emissor. Ele deverá informatizar seu sistema e lidar com esse novo processo por conta própria, assim como já fazia, armazenando as notas e as emitindo em seu dia a dia.

A diferença é que agora ele terá uma melhora na forma de armazenar, deixando-a mais segura, acessível e garantida. É por isso que a VARITUS Brasil existe, para atender essas necessidades e ajudar o empresário a ter o controle total de sua organização fiscal.


Adão Lopes é mestre em tecnologia e negócios eletrônicos e CEO da VARITUS BRASIL.

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